Importante lembrar que a Central de Atendimento à Mulher (180) é gratuita para todo o país e conta com operadoras preparadas para dar orientação sobre direitos e sobre serviços disponíveis para ajuda.
Para Pedro Ferreira, coordenador da Central:
... o combate à violência contra a mulher exige mudanças no comportamento da sociedade, pois muitos ainda pensam que não devem se meter na briga dos outros e, com isso, acabam encobrindo agressões ocorridas à sua volta. 'É preciso entender que a violência doméstica familiar não vai terminar com o denuncismo em massa, mas denunciar é importante para que a mulher possa viver sem violência, com dignidade. Isso não depende só dela, mas de toda a sociedade.'
Fonte.
Recomendo a matéria completa, onde o coordenador explica porque os números aumentaram e os procedimentos da Central.
Adendo: A Lola ligou para a Central (para tentar ajudar uma menina que foi estuprada) e comentou sobre o atendimento:
Semana passada eu liguei para o 180 (número de atendimento às mulheres; a Elyana escreveu brevemente sobre essa central) para ver se podia obter informações sobre como ajudá-la. A atendente foi muito receptiva, perguntou se a moça vinha sendo ameaçada, deu endereços de algumas organizações que poderiam auxiliá-la.
